Aqueles dias

“Meu Deus, que provação!” Foi isso o que eu pensei nas primeiras horas da menarca (esse é o nome do primeiro sangramento), quando eu tinha 10 anos. E eu penso isso até hoje. Menstruar é uma merda. O desequilíbrio hormonal castiga a mulher, assim como a TPM e as dores. Passei anos sentindo cólicas incapacitantes, daquelas…

O pai

Ele era amoroso, divertido e criativo, gostava de cantar (e de fazer paródias de músicas famosas, nas quais ele adicionava o meu nome e o da minha irmã)

Amiga da Diversidade

Estive na abertura do Mês da Diversidade de Santa Maria, no Theatro Treze de Maio. Dentre várias apresentações artísticas, houve duas entregas de prêmios.

O Triângulo Rosa, para militantes da causa LGBTTI, e o certificado “Amigo da Diversidade”. E eu fui uma das agraciadas! E fiquei feliz demais!

As plantas não vão durar muito

Eu não sou uma pessoa absolutamente desatenta, mas, hoje, deixei a porta errada aberta e quem sofreu foram a pimenteira e o hortelã. Dessa vez, culpa exclusiva dos gatos adoradores do demônio, que estão de castigo pelas próximas seis vidas. Repare nas fotos do “antes”, quando elas já tinham sido atacadas! Os gatos de vocês…

“Meus secretos amigos”

Neste Dia do Amigo, apropriadamente, foi resgatada uma pérola de Sant’Anna que fala sobre amizade.

“Preciso de um companheiro*”

O engraçado é que eu tô visitando um blog que tive, antigamente, e minhas queixas sobre a vida amorosa são basicamente as mesmas

Democracia na cor: UNA Artisan, de Natura!

Na vida, tem umas coisas que me acontecem que só posso pensar: “É Deus!” ou “É o Universo” ou “É a força do pensamento”. Acredito nos três. #édeusmamãe Pra exemplificar. Ano retrasado, eu, ferraaaaada de grana, precisava comprar um sapato de inverno. Andreia Nunes, uma designer de Novo Hamburgo, me enviou um par de botas com…

Fui passear. Voltei com um tapete

Aqui no “meu país Santa Maria”, todo mundo conhece a Feira Internacional do Cooperativismo (Feicoop) e a Feira Latino-Americana de Economia Solidária

Bolas fora, Temer!

A oposição deita e rola, e até a Veja já fez retrospectiva das gafes do habitante do Jaburu.

Na base da tentativa e erro

Uma amiga, descendente de japoneses, relatou uma cena que também me ocorreu várias vezes: na loja, o tom parece o certo. Em casa, é um desastre.

Nunca enterrei um gato

E o Mano viveu feliz, fazendo seus passeios noturnos e voltando para casa para passar o dia. Até que, há cerca de 10 dias, ele não voltou.

A Carol

Na primeira vez que a mãe e eu fomos lá, a Carol, delicadamente, me ofereceu um bombom.

Eu odeio o frio

no momento em que eu escrevia esse post, cenas de perversidade se desenrolavam em Porto Alegre. Na calada da noite, o governo do Estado iniciou a expulsão de 70 famílias de um prédio, no centro da cidade, que estava abandonado há mais de 10 anos.

Fugindo da realidade

Eu não quero ouvir um pio sobre a chance que o Gilmar Mendes teve de ser grande e jogou no lixo. Prefiro convidá-los a procurar o vídeo da menina que venceu Yuna Kim na Olimpíada de inverno de 2014. Por que não-é-possível O da Yuna tá aqui. Quem venceu essa menina!?

“Eu perdi minha filha hoje”

“A vida continua!”
Continua, sim. Mas por que, Deus, alguém pode querer determinar quando a saudade do outro chega ao fim?

A Vó

Não sei como aquele filhote de espanhol se engraçou com minha vó, mas gosto de pensar que sou bonita como ela era.

O Vô

Na foto, ele é o carcamano levantando uma garrafa e usando “camisa de física” rasgada.

Uma mulher gorda

Minha vida escolar não foi lá muito divertida. “Rolha de poço”, “orca”, “hipopótamo”, “pão com banha”. Lembro de um colega da 6ª série que, após esgotar sua coleção de insultos contra a minha aparência, gritou: “Nebulosa!”.

A menina que roubava frutas

Do alto de meus 4 ou 5 anos, eu já considerava injusto que árvores carregadas de felicidade passassem os dias ao sabor do vento derrubando os frutos ao chão para serem comida de formigas e passarinhos. E eu? Bem, eu roubava. A foto é dos meus tempos de meliante.

Aperte o play para lembrar

E nesta semana eu assisti dois documentários com narrativas muito diferentes (do que eu conheço, ao menos), sobre histórias que não se deve esquecer. Ambos estão disponíveis no Netflix.

Não quero ser mãe. Acho…

Ter filho tem várias vantagens, alegrias e felicidades. Mas você limpará as cagadas dele o resto da vida. Saca a entrevista com a mãe do Bolsonaro?

Uma mulher solteira

“E os namorados?”

Essa pergunta sempre me deixou constrangida. Mas o poder desse questionamento aumentou conforme fui atravessando, com vida, minhas quatro décadas. A resposta ainda é: não tenho.

Bolinho de feijoada

Esses dias, fui no aniversário de uma amiga em um boteco aqui da cidade. Não esperava nada, mas essa receita me surpreendeu.

Pois bem, cheguei!

Deixem-me apresentar: sou a Tati Py. Sou jornalista, gateira, assassina de plantas.
Creio em quase tudo – até que alguém vai ler esse blog, 🙂